Os riscos do excesso de confiança
1 de Março de 2009 às 01:15 Sergio Oliveira | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 744
Ninguém espera ser demitido, mas todos sabem da possibilidade e deveriam considerá-la desde o segundo dia de trabalho, ocorre que os anos passam, o empregado cresce junto com a empresa, torna-se confiante, e quer acreditar que ele está garantido e que se houverem demissões, aqueles empregados que se empenharam menos irão antes dele.
Isso é uma verdade parcial, pois, dependendo do tamanho da redução de pessoal necessária, a lista alcançará um número maior de pessoas e muitas vezes deixará de lado os critérios técnicos e passará a ser guiada pela necessidade da enxugar os custos da folha de pagamento, é neste momento que a foice se volta para os empregados mais antigos e mais qualificados, é o que chamo de “cortar na carne”, demite-se pessoas essenciais para a empresa pelo simples fato de não conseguir pagar seus salários e mantêm-se os novos que pesam menos.
Os empregados que ficam são tomados pelo pavor e medo de serem os próximos e para os que saíram fica a dura tarefa de procurar um emprego e tentar garantir uma renda de valor próximo da que acabaram de perder.
Situação nada desejável, mas que já é realidade de pelo menos um milhão de trabalhadores que perderam seus empregos desde outubro do ano passado.
A grande maioria não preparou um plano alternativo e agora, caso não encontrem um emprego passarão a pensar no negócio próprio como uma possibilidade de geração de renda.
Eles estão errados?
Diria que não, mas alguns cuidados precisam ser tomados.
Volto ao assunto nos próximos posts.
Publicação arquivada em: Novos Negócios, Capital Humano
Enviar por e-mail | Hits para esta publicação: 745
Deixe um Comentário
Linkar esta publicação | Assine os comentários via o RSS