Arquivo de Dezembro de 2007

Diga não a cultura do conformismo!

alvo - alvo

A realidade está a nossa frente com um único objetivo:

> A espera para ser transformada!

Veja a sua vida como uma subida, degrau a degrau, calculada, planejada, uma trajetória de sucesso.

Estar feliz com a sua situação atual, profissional, pessoal e financeira não significa que você tenha que abrir mão de seus sonhos, muito pelo contrário, as vitórias já conquistadas devem ser a plataforma de lançamento dos projetos seguintes.

Uma boa receita é concentrar-se naquilo que seja a sua prioridade principal, dentre todos os seus planos de futuro. Trabalhe num projeto de cada vez e alie-se as pessoas que compartilham da crença de que , se bem planejado podemos conquistar o que almejamos.

Afaste-se da cultura do conformismo e passe a ser discípulo de uma nova comunidade:

> Empreendedores que transformam as suas vidas, realizam seus sonhos e ajudam as pessoas que estão a sua volta a se desenvolverem também.

É uma grande comunidade voltada para o sucesso, para o bem, que assumem as responsabilidades e são os verdadeiros transformadores da realidade atual.

Como chegar até lá?

Essa descoberta é pessoal e intransferível, ela guarda diversos enigmas que terão que ser desvendados, uma única dica:

- a grande maioria das respostas estão dentro de você!

2 comentários 16 de Dezembro de 2007 às 21:44 Sergio Oliveira

Cadastre-se, mesmo que seja por 100 vezes!

cadastrese - cadastrese

“Cadastre-se, mesmo que seja por 100 vezes, no mesmo hotel”

Esse é o slogan que criei para ser utilizado pelas pessoas que viajam a negócios.

Nada mais irritante do que ir a mesma cidade duas, cinco, dez, cem vezes e após uma longa viagem, ao chegar no hotel que você já perdeu a conta de quantas vezes se hospedou a recepcionista pergunta o seu nome para localizar a reserva e em seguida solicita gentilmente:

- Por favor, o Sr. preenche a Ficha de Hóspede!

Inconformado resolvi pesquisar sobre o tema:

A Ficha Nacional de Registro de Hóspede é obrigatória por lei, a qual determina que os hotéis efetuem o cadastramento de cada hóspede individualmente. Existe um modelo oficial, com dados mínimos, que ao ser preenchida e assinada deve ser guardada por pelo menos três meses e mensalmente o hotel consolida as informações e repassa ao órgão fiscalizador competente.

Não existe a exigência para que ela seja preenchida de próprio punho pelo hóspede, apenas assinada.

Até aí tudo bem, o intrigante é que os hotéis repetem a mesma rotina mecanicamente, desde a criação da lei, .

Já perguntei a vários gerentes de hotéis qual era a dificuldade que eles encontravam para automatizar o preenchimento da ficha, realizando um cadastro eletrônico de hóspede (uma única vez), de forma que quando ele se identificar a atendente confirma as informações e “CLICK”, IMPRIME A TAL FICHA COMO NUM PASSE DE MÁGICA, e ao conformado hóspede ficaria reservado apenas o ato da assinatura.

DIFÍCIL? Nem tanto!

ENTÃO POR QUE NÃO IMPLANTA?

Se os recursos necessários já estão alocados: o recepcionista, o computador e o coitado do hóspede, o que falta?

Sempre escuto de volta:

- O Sr. se importa de registrar essa sugestão e colocar na nossa caixa de sugestões, ela será bem recebida por nossa administração.

CONVERSA MOLE - perdi a conta de quantas sugestões já postei e nada!

Em alguns casos, a sigla SAC (serviço de atendimento a clientes) poderia ser substituída pela SEC (Serviço de enrrolação de clientes), tem empresas que se especializaram em ignorar a vontade do cliente.

Tanto se fala em inovação, seja de produtos ou processos e as empresas negligenciam fatos básicos, que por serem extremamente óbvios acabam não sendo percebidos a ponto de serem melhorados.

A pergunta que me faço sempre é:

- Por que é tão difícil enchergar o óbvio?

Creio que seja por que fomos programamos nas nossas escolas para buscar sempre a interpretação do complexo, do abstrato.

Pare e observe, as melhores soluções já inventadas partiram do óbvio, a vida é simples, as pessoas (salvo exceções) gostam do simples.

Sendo assim, uma regra básica seria que as empresas que valorizam a busca de soluções e inovações partissem das situações mais simples para as mais complexas. Infelizmente tal roteiro nem sempre é seguido, gasta-se rios de dinheiro em pesquisas e desenvolvimento e ao final, a solução estava no óbvio.

Mas como sempre existe uma luz no fim do túnel, na semana passada estive em São Paulo e ao me hopedar no hotel IBIS Congonhas, adivinhem o que aconteceu?

A recepcionista perguntou meu nome, identificou a reserva e CLICK!, imprimiu a tal ficha de hóspede e eu apenas assinei.

Até que enfim alguém enchergou o óbvio, quem sabe a moda pega!

2 comentários 13 de Dezembro de 2007 às 07:32 Sergio Oliveira


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