Arquivo de Fevereiro de 2007

Construtor de Soluções

pic.ferramentas1 - pic.ferramentas1
Conheço centenas de pessoas especialistas em problemas, mais precisamente em criar problemas, gostaria de conhecer, na mesma proporção, “construtores de soluções”.

Infelizmente, esses talentos são raros, mas a notícia boa é que não existe ambiente mais propício para o desenvolvimento de “construtores de soluções” do que uma pequena empresa, onde deixa-se de lado toda a pompa de uma grande corporação e coloca-se a mão na massa de verdade, todos!

Na pequena empresa, quando o telefone toca não escutamos aquela voz do outro lado da linha dizendo:

- Esse assunto não é comigo, mas eu vou transferir para ……que vai atendê-lo… ( se a ligação não cair e você tiver a paciência para esperar infinitamente).

Na pequena empresa, quando o cliente procura para registrar uma reclamação ele deve ser atendido com a máxima atenção e receber o correto encaminhamento, da primeira vez, de forma que ele perceba que ele não é mais um dentre vários e sim que ele é importante para sua empresa, de verdade.

Isso só acontecerá se seus empregados estiverem convencidos da importância de construírem soluções e estiverem preparados para isso.

Algumas grandes empresas do nosso país, de operadoras de telefonia celular a grandes redes de supermercados, estão se especializando em irritar seus clientes, portanto, ter na sua equipe “construtores de soluções” pode ser uma valiosa vantagem competitiva.

Adicionar comentário 28 de Fevereiro de 2007 às 22:48 Sergio Oliveira

O empreendedor dos projetos inacabados

INACABADO - INACABADO

Conheço empreendedores que são como macacos na selva, nunca ficam parados, estão sempre pulando de galho em galho.

Você deve conhecer uma pessoa assim, de tempos em tempos você a encontra e faz aquelas perguntas clássicas:

- Tudo bem?

- Como está a família?

- Como estão os negócios?

Pronto, essa é a senha para ele te contar que está implantando um novo negócio, oportunidade única, altas margens de lucro e o que é melhor, ninguém percebeu ainda essa oportunidade.

Tanta empolgação, se você não o conhecesse até acreditaria, mas, intrigado você faz mais uma pergunta:

- E aquele negócio que você começou da última vez que nos encontramos?

Resposta: - Já era, coisa do passado, esse é muito melhor, altos ganhos!

Pior do que viver somente no plano dos sonhos é começar tudo e não acabar nada.

As pessoas a sua volta passam a ver com descrédito seu próximo “grande negócio”, que foi concebido a partir da sua última “grande idéia”.

Tenha alguma reserva com relação as suas idéias e projetos, compartilhe com as pessoas certas e que tenham algo a contribuir para o refinamento deles.

Até por que, se for realmente uma excelente idéia e você ficar ventilando em todas as esquinas, correrá o risco de alguém copiar e implantar antes de você, não tenha dúvida, isso acontecerá.

Mas além de muita iniciativa é importante também ter acabativa!

Adicionar comentário 26 de Fevereiro de 2007 às 23:08 Sergio Oliveira

De quanto você precisa para viver?

dinheiro1 - dinheiro1
Essa é uma pergunta que sempre me fiz.

Já quis ganhar um prêmio da mega-sena sozinho, hoje não quero mais, receio não saber o que fazer com o dinheiro.

Uma fórmula simples e prática para estimar o valor que você precisa é listar tudo o que completaria sua vida, de forma que você se sinta atendido em todas as suas necessidades e desejos. Depois, coloque o preço em cada item e você chegará ao valor financeiro que terá que conquistar para adquiri-los e ser “completamente feliz”.

Uma segunda tarefa é refletir se tudo o que está na lista é fundamental para a sua felicidade, experimente retirar os itens que você listou, mas que, se não conseguisse comprar ou realizar não fariam muita diferença, você seria feliz assim mesmo.

O que sobrar é o essencial. Se na primeira lista ao vê-la parecia algo inatingível, na segunda você verá que com um pouco de disciplina ela estará ao seu alcance.

Impulsionados por uma sociedade cada vez mais consumista nos afastamos dos nossos princípios e valores, e perigosamente passamos a idealizar a posse de bens como um porto seguro para o bem estar.

Essa é a face do marketing que repudio, classifico-a como o “Marketing do Mal”, utilizam informações valiosas obtidas através da análise de comportamentos de compra para incentivar o consumismo desenfreado.

Os empreendedores que já experimentaram o sabor da realização e de algumas conquistas sabem que o grande encanto está no caminho trilhado durante a busca, em todas as surpresas vivenciadas e que quando cruzam a linha de chegada o sentimento é de missão cumprida, porém, bate uma forte vontade de começar tudo de novo, por que na vida real não existe linha de chegada, existe sim um longo trajeto para ser vivido, minuto a minuto, essa é a essência da vida, nem sempre isso combina com “ter tudo o sempre sonhou”.

Aos que buscam serem completamente felizes, desejo sorte, mas prefiro e me contento em ser apenas feliz, a vida fica mais leve!

1 comentário 24 de Fevereiro de 2007 às 20:57 Sergio Oliveira

Conselhos Celestiais

celestial - celestial
Sempre que leio um texto sobre gestão e cujo público-alvo são os gestores das grandes corporações tenho um sentimento que não consigo explicar bem.

Parece-me que as pessoas as quais a mensagem se destina estão muito distantes, a ponto de não perceberem que o assunto é com elas.

O excesso de termos técnicos e jargões empresariais, por melhor que seja o tema, torna o texto pasteurizado.

Eles sempre estão propondo uma solução mágica, que se os gestores quiserem poderá ser implementada por alguma consultoria de plantão. (geralmente a do cara que embalou a teoria, dá mais certeza de sucesso e fica inquestionável se der errado, pois ele era o melhor.)

Por mais que me esforce não consigo prender minha atenção e geralmente não chego ao fim dos textos, essas propostas ficam sempre incompletas para mim.

Gosto de conversa franca, olho no olho, ou uma boa prosa, também agrada bastante, no mundo das pequenas empresas encontro as duas modalidades com fartura.

Nada de enrolação, nada de defender novas teses, diga logo onde você quer chegar, não temos tempo a perder, a vida é bem mais simples do que tentam vender para nós a todo momento.

1 comentário 23 de Fevereiro de 2007 às 07:39 Sergio Oliveira

Trabalhe com os melhores!

aquiles - aquiles
Participei da seleção e contratação de novos empregados na semana passada.

Um anúncio no jornal de sábado e domingo, cinco vagas ofertadas com salário de R$ 1.800,00 e foi o bastante para provocar uma avalanche de currículos, mais de 900 candidatos.

No primeiro pente fino selecionamos cinqüenta currículos, na segunda avaliação restaram vinte e cinco candidatos, os quais participaram das entrevistas, cinco por vaga.

Foi uma disputa acirrada, emocionante, numa das sessões onde simulamos um ambiente de negócios, muitos se esqueceram que era apenas uma simulação e se degladiaram no jogo.

Foram pequenos detalhes que definiram a escolha dos cinco, uma pena, pois daria para ter contratado mais cinco com tranqüilidade.

A pergunta que me faço é:

- Se existe tanta gente boa no mercado a procura de uma oportunidade por que ter na empresa pessoas que não jogam no time e vivem pedindo uma segunda chance?

Na minha opinião, empregado desinteressado trabalhando de graça já custa caro, quem dirá sendo remunerado para não fazer o mínimo que precisa ser feito. Realmente não entendo essa mecânica.

Sou o primeiro a ensinar e ajudar aqueles que não sabem, não saber não é defeito, defeito grave e não querer aprender, aí não tem solução é demissão na certa, sinto muito.

O custo aparente do salário é insignificante, comparado com o estrago que esse empregado desinteressado pode fazer na imagem da empresa.

Portanto, não hesite, demita os desinteressados e selecione bons profissionais que se comprometam com a construção do futuro da sua pequena empresa, para querem o seu fim já bastam os seus concorrentes!

2 comentários 21 de Fevereiro de 2007 às 19:25 Sergio Oliveira

O que a sua empresa tem de diferente?

Porta a porta, os mesmos produtos, preços similares, onde o cliente irá entrar?

Tanto faz!

Quem já comprou aparelhos eletrônicos na galeria Pagé em São Paulo sabe do que estou falando. Dezenas de lojas, os mesmos produtos, mesmas marcas, vindos de um único fornecedor, até os vendedores são semelhantes.

Como não consigo enxergar nenhum tipo de diferenciação, compro em qualquer loja e tudo bem, aliás, tudo bem nada!

Observe que nessas condições parece que fica faltando algo, a cortesia, a empatia, a identificação com o vendedor, com a loja, enfim, gostamos de fazer das nossas compras experiências que dêem prazer.

Se no ramo de atividade que você atua é tudo tão semelhante, só lhe resta inovar no atendimento, crie uma abordagem diferente, tenha a vitrine mais criativa, use uma embalagem que nenhuma outra loja vizinha tenha e contrate os melhores vendedores.

Em pouco tempo você verá que vale a pena provocar mudanças que sejam perceptíveis aos seus clientes, eles passarão a se identificar com os pequenos detalhes que você preparou para recebê-los e serão essas experiências que farão toda a diferença.

4 comentários 16 de Fevereiro de 2007 às 23:02 Sergio Oliveira

Tenha pelo menos um Romário no seu time

romario2 1 - romario2 1

No último final de semana fomos agraciados com um show de habilidade e determinação.

O jogo foi Vasco x Volta Redonda, Romário no banco de reservas do Vasco, entrou em campo nos últimos 14 minutos, na cabeça um único objetivo: chegar ao milésimo gol.

Foi o bastante para ele roubar a cena, fez três belos gols, levou a torcida ao delírio e comprovou que, é melhor ter um Romário “idoso” (41 anos no futebol equivale a 60 anos na vida empresarial), mas que marca gols, do que dois de vinte que só enrolam.

Digo isso por que vejo profissionais excepcionais, que se aposentam , com 55, 60 anos e se entregam ao ócio, muitas vezes por falta de uma oportunidade diferenciada (Não querem mais jogar os 90 minutos). Há de se considerar que com os novos avanços da medicina e mudança da expectativa de vida esse profissional possa viver mais 50 anos, o que muda por completo o conceito de vida útil. (Mais uma vez ficamos presos a velhos conceitos)

É muito conhecimento acumulado e abandonado da noite para o dia num País que carece de bons cérebros.

Se a sua pequena empresa demanda conhecimentos especializados, uma boa alternativa é contratar esses experientes profissionais, com currículos invejáveis, para dar uma força.

Não precisa ser jornada integral, 44 horas por semana, pode ser, como no caso do Romário, por apenas 14 minutos, e será o suficiente para ele fazer os 3 gols que a sua empresa tanto precisa, além de abrilhantar o espetáculo.

Adicionar comentário 14 de Fevereiro de 2007 às 23:06 Sergio Oliveira

Metas? Sim! Inatingíveis? Não!

metas - metas
Se ao abrir seu próprio negócio, sua meta principal for ficar rico a partir dessa empreitada, sugiro que você reveja os seus planos, essa premissa poderá contaminar a boa idéia a qual deseja empreender.

Tal possibilidade é tão remota como a paz no Oriente Médio, um erro clássico, já no início, compromete bastante a consolidação do empreendimento.

Depois de planejado o seu negócio, em bases reais, e já em funcionamento, cuide para que as metas mensais e anuais sejam desafiadoras, porém atingíveis.

Nada é mais desestimulante do que olhar para o número já sabendo que será impossível alcançá-lo. Para os seus funcionários é frustração pura, principalmente se você tiver implementado algum programa de remuneração variável, que significa para eles muito esforço na busca, e a decepção do não atingimento além de ser menos dinheiro no bolso.

Se não se sentir seguro para definir as metas da sua empresa, peça ajuda, contrate alguém para te auxiliar, permita que seus empregados opinem (você poderá se surpreender), construa um plano de crescimento, que se desdobre nas metas. Algo que seja desafiador, interessante do ponto de vista da geração de lucros e estimulante para quem estará envolvido na conquista desses resultados.

O bom senso agradece!

1 comentário 13 de Fevereiro de 2007 às 21:33 Sergio Oliveira

Dê um tempo ao caixa da sua pequena empresa!

caixa registradora - caixa registradora
A vida pessoal do empreendedor caminha de mãos dadas com alma da empresa.

Tudo aquilo que for desejado pela família: um carro novo, viagem para a Disney ou mesmo gastos como roupas e calçados de marca, mas que não estão previstos no orçamento familiar, significa saques no caixa da empresa, o que nem sempre quer dizer que ela está preparada para suportar esses ímpetos de consumo.

Dinheiro em caixa não significa dinheiro disponível para o gasto, significa apenas dinheiro aguardando a data de vencimento dos compromissos já assumidos.

Sócio tem que viver com o pró-labore mensal, gastos extras, ao final do ano, quando for realizada a distribuição dos lucros.

Tal fato, se não observado e respeitado pode comprometer a saúde financeira da pequena empresa, a ponto de inviabilizá-la financeiramente, se isso acontecer:

- Nem carro novo, nem velho, vai de ônibus mesmo.
- Nem casa nova, nem velha, de volta ao aluguel.
- Nem viagem a Disney, nem escola particular, matrículas na pública.

Se o filme já é conhecido, pule essa cena, reorganize em casa e permita que a empresa respire, se fortaleça e quem sabe no futuro ela seja a grande financiadora dos seus sonhos e de sua família.

Adicionar comentário 11 de Fevereiro de 2007 às 16:03 Sergio Oliveira

Empreendedores do amanhã

Se você tem filhos com idade entre 5 e 10 anos, acompanha as tarefas escolares e participa das reuniões de pais e mestres saberá do que estou falando.

Para qual mundo nossos filhos estão sendo preparados?

As matérias que eles aprendem terão qual utilidade na vida adulta e profissional?

Se for verdade que a personalidade de uma criança é formada até os 9 anos de idade estamos com um sério problema para resolver.

Os modelos educacionais predominantes nas escolas do ensino fundamental e médio no nosso país estão muito distantes do que seria necessário para educadores que tem a responsabilidade de preparar os futuros cidadãos do nosso país, quem dirá para desenvolver neles um espírito empreendedor.

Culpa de quem?

Preparar para, primeiro passar no vestibular e depois garantir um bom emprego é retrógrado, arcaico e até certo ponto irresponsável, pois não saberemos se existirão empregos para todos na aldeia global que se configura para o futuro.

Como serão as relações de trabalho daqui a 30 anos, quando eles estão no auge da capacidade produtiva?

Desempregados? Talvez!

Emprendedores? Só se forem autodidatas, pois não estão sendo preparados para isso.

Não vejo essa preocupação nas reuniões de pais e mestres. Recentemente sugeri que esse tema fosse colocado em debate e todos olharam para mim como se eu fosse um lunático.

Talvez seja e não saiba, mas estou convencido de que temos que começar certo, desde a infância, dentro de casa. A educação dos filhos não pode ser terceirizada para a escola, não compete só a eles essa tarefa.

Da educação dos meus filhos cuido eu, digo a eles que a escola é um local importante para aprender, conhecer amigos e se divertir. Falar de futuro é um papo nosso. No modelo de ensino atual veremos os nossos filhos muito bem educados e sem nenhuma perspectiva de futuro.

Portanto, enquanto não vemos ares de mudança nas escolas tradicionais, cabe a cada um, na condição de quem trouxe essas criaturas ao mundo o dever de capacitá-lo para essa nova realidade.

Para isso teremos que abrir não das nossas horas de Big Brother, Faustão e Gugu para a difícil tarefa de brincarmos com os nossos filhos e ensiná-los, saborosamente, de forma lúdica, conceitos sobre empreendedorismo e finanças pessoais, que lhes sejam úteis e os preparem para se sentirem seguros o bastante para trilharem seus próprios caminhos quando chegar a hora.

3 comentários 8 de Fevereiro de 2007 às 11:38 Sergio Oliveira

Pequeno Empresário não precisa de MBA

Ricardo, leitor do blog, enviou um e-mail que é interessante e creio que seja dúvida também de outros empreendedores:

- Tenho um pequeno negócio, com relativo sucesso e percebo que, mesmo depois de três anos de funcionamento cometemos falhas que atrasam o nosso crescimento, estabeleci como a minha meta profissional para 2007 iniciar um curso de MBA em gestão empresarial para adquirir mais conhecimento, qual a sua opinião?

Vamos lá, não gosto de desapontar as pessoas, mas também não abro mão de emitir a minha opinião sincera sobre temas que me incomodam.

Caro Ricardo, não saberia precisar o quanto um curso de MBA ajudaria no fortalecimento do seu negócio.

Após ter cursado uma pós-graduação e um MBA, em finanças e Gestão de Negócios, totalizando 780 horas/aula de novos conhecimentos, ministrados por universidades conceituadas e classificadas entre as dez melhores do nosso País, mudei um pouco a minha opinião sobre esses cursos.

As matérias que compõe o curso e o foco (se é que existe) são voltadas para a formação de profissionais que atuarão ou exercerão cargos de comando em grandes empresas. (faturamento anual superior a 60 milhões/ano)

As discussões e os debates giram em torno de problemas afetos a essas grandes corporações. Os casos estudados, idem. Se você tenta encaixar assuntos do dia a dia da sua pequena empresa, duas coisas acontecerão: como os professores nunca viveram experiências nesses ambientes, geralmente são acadêmicos ou ex-executivos de multinacionais, os mais honestos irão dizer que não sabem, outros darão opiniões e palpites que não se aplicam.

Pequeno empresário precisa ser prático, administrar uma MPE pede ações rápidas e efetivas, todo 5º dia útil a folha de pagamento vence e é preciso pagar os funcionários, além do que, você não tem fila de gerentes de bancos na sua sala de espera oferecendo dinheiro a 1% ao mês com 36 meses para pagar.

A melhor comparação para mim, quando busco conhecimento hoje é a do canivete suíço, onde cada ferramenta tem uma utilidade, claramente definida e aplicável.

- O abridor de garrafas, abre garrafas
- O saca-rolha, saca-rolha
- A chave de fenda, aperta e afrouxa parafusos

A sua pequena empresa precisa disso, ferramentas de uso imediato, é uma questão de sobrevivência. Os MBA atuais não ensinam isso. Navegam por mares que não tem os peixes que você precisa pescar.

Diria que você resolve a sua busca de conhecimentos com um investimento de tempo e financeiro infinitamente menor, basta definir de forma clara quais as capacitações você julga necessitar, trocar idéia com empresários de sucesso e mais experientes para ver se está no caminho certo e, a partir daí, buscar cursos específicos, de curta duração, de 20 a 40 horas/aula, onde você terá a orientação de profissionais que vivem o dia a dia da pequena empresa, com todos as suas dificuldades e desafios a serem superados.

Onde? SENAC, SEBRAE, ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS, CIESP, FIESP (EM SP)….. todos oferecem cursos de qualidade e com um foco específico. Só para ilustrar cursei num desses MBA a matéria de DERIVATIVOS, sabe quando vou usar? Se depender dos caminhos que trilho, nunca, mas estava lá no pacote, tive que estudar, entender, fazer prova, para o pequeno empresário é conhecimento inútil.

Portanto, seja adepto do canivete suíço, de nada adianta comprar uma caixa de ferramentas com equipamentos de ultima geração, baseados nas tecnologias mais avançadas se para dar saltos de qualidade no atendimento, aumentar as vendas e incrementar os lucros sua empresa precisa apenas de :

- Abrir uma garrafa, sacar uma rolha ou apertar um parafuso!

1 comentário 7 de Fevereiro de 2007 às 07:49 Sergio Oliveira


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